Carollzinha Posted June 28, 2019 #1 Posted June 28, 2019 O vendedor p2p*, de Bitcoin e criptomoedas, Thiago Guimarães vem buscando criar a primeira criptoilha brasileira em parceria com a empresa PundiX, segundo reportagem publicada em 12 de junho. Diferente de outros projetos que almejam desenvolver um território apenas com blockchain e criptomoedas, no projeto de Guimarães a proposta é que todos os estabelecimento da Ilha da Glória, que tem cerca de 3 mil habitantes, aceitem Bitcoin e criptomoedas. Além do p2p*, o projeto também é executado por Ana Élle e, segundo a publicação, a ideia da criptoilha nasceu justamente de uma conversa entre ambos. Quote Ana e eu temos amigos em comuns no mundo dos criptoativos. Um dia, conversando sobre projetos futuros, ela comentou comigo sobre a ideia de transformar uma ilha aqui no RJ na Crypto Island. Como ela já morou lá , fez algumas reuniões com associação de moradores e a ideia foi bem aceita Já a parceria com a PundiX, surgiu, entre outros por causa de um PoS (maquininha de cartão) da empresa que permite o pagamento com criptoativos, “A PundiX possui uma máquina igual às de cartão de crédito e débito, só que ela aceita criptomoedas. A máquina permite pagamentos com Bitcoin, Binance Coin, Ethereum e a moeda da Pundi X. Além disso, ela também possui seu próprio cartão”, explicou Guimarães. O vendedor também revelou que as conversas com os comerciantes já começaram e que espera até o final do mês já ter parcerias firmadas. Quote Aqui nas ilhas ainda não temos as máquinas instaladas, somente em algumas bancas de jornais em São Paulo. Mas estive la no final de semana e contei algo em torno de 60 estabelecimentos nas 2 principais, a Ilhas da Gigóia e Ilha Primeira. De início vamos focar nesses, e conforme o negócio der certo vamos expandir em algumas outras empresas que já temos em mente, mas que ainda não podemos revelar nomes. Nosso maior foco nesse projeto e levar a facilidade de comprar, vender e usar criptomoedas da forma adequada, como um meio de pagamento. Comprar em exchanges hoje em dia é difícil; com P2P* também está ficando complicado. Vamos descomplicar: é só ir até qualquer estabelecimento da ilha e comprar. Simples assim. Receita Federal Recentemente a Receita Federal do Brasil (RFB) publicou um manual com as regras e formas que as exchange e plataformas que operam com Bitcoin e criptomoedas no Brasil tem que adotar para informar ao regulador a movimentação dos usuários em seus sistemas com a finalidade, entre outros, de identificar fraudes fiscais. O manual também terá que ser seguido por compradores e negociantes no mercado p2p*. *P2P: Rede peer-to-peer (P2P) é uma arquitetura de aplicação distribuída construída sobre o princípio da igualdade dos participantes. Comumente, as redes P2P não possuem servidores dedicados e todos os pares fazem parte do trabalho. Os sistemas P2P foram utilizados em muitos domínios de aplicação, mas tornaram-se populares após o lançamento do sistema de compartilhamento de arquivos P2P, chamado Napster. Hoje, as redes P2P são conhecidas por serem plataformas para o desenvolvimento de criptomoedas, como Bitcoin, Ether e muitas outras. As redes P2P provaram ser robustas, úteis e seguras, o que levou ao estabelecimento de sistemas de pagamento P2P e ao seu crescimento em popularidade. Redes P2P atuais são usadas em finanças, entrega de conteúdo, compartilhamento de arquivos peer-to-peer, violação de direitos autorais, mecanismos de busca distribuídos e multimídia para construir redes seguras e confiáveis.
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